26 de abril de 2013

HUMAN FACTOR, EPISÓDIO 2 - COMO STEVE JOBS MUDOU SUA VIDA

Fonte: www.informationweek.com
Por Danilo Rizzo - Penso que todas as pessoas que passam por nossa vida nos influencia de alguma forma, deixam algum tipo de exemplo de como ser ou não ser, o que falar ou não falar, que caminho seguir ou não seguir. Mas algumas pessoas se tornam exemplo sem conviver conosco, exemplos que tomam proporção capaz de afetar simplesmente todo mundo.
O sistema operacional do meu smarthphone é Android, tenho dois computadores em casa em nenhum dele é um Macintosh, também não tenho iPod, e o único aparelho da Apple que já comprei na minha vida foi um iPad. Então por que eu que claramente não sou um Mac Fag estou escrevendo um artigo sobre Steve Jobs? Simples, porque sua genialidade transcende a Apple, a Pixar e a NeXT. Ela está em tudo ao nosso redor.
Se você usa bluetooth, telefone celular, um HD externo ou um notebook, Steve Jobs mudou sua vida. Se você gosta de variar a fonte em seus trabalhos e relatórios feitos num editor de textos qualquer, Jobs mudou sua vida. Se você ouve música em formato MP3, ouve podcasts, assiste vídeos no Youtube e é fã de filmes em terceira dimensão, Steve Jobs mudou sua vida.
Não tenho nenhuma capacidade de avaliar tecnicamente o tamanho da contribuição de Jobs, pois tecnologia para mim tem um propósito específico, trazer conforto à minha vida, mas a timeline de suas invenções e contribuições fala por si. Independente de não trabalhar com isso, sou sensível o suficiente para compreender o legado de Jobs. E percebi que, assim como a vida de todos nós, a dele teve altos e baixos, provavelmente baixos mais baixos que os da maioria de nós, e altos igualmente intangíveis. Mas ele não se amarrou a isso e construiu uma obra irrepreensível na história contemporânea.
Entre vários outras coisas que eu podia escrever sobre Jobs, prefiro correr o risco de ser piegas e compartilhar seu famoso discurso dele numa certa formatura na Universidade de Stanford em 2005, ele mesmo dá o caminho das pedras. E como dizia meu pai: “Os espertos apresentem com os próprios erros, enquanto os inteligentes aproveitam os erros dos outros para evoluir”.

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